Essa postagem é especialmente para os burros e ignorantes que insistem na mesma ladainha burra de que os gnósticos são dualistas que odeiam o corpo e que odeiam deus porque "deus" criou o mundo. Especialmente para os católicos, religião em decadência que está colhendo os frutos de sua própria ignorância.
Ah, e não percam a próxima postagem porque a será para matar os católicos tradicionalistas que gostam de Tolkien de raiva e desgosto porque vou demonstrar como O Senhor dos Aneis, O Silmarillion e O Hobbit são obras gnósticas, maniqueístas e herméticas.
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A DOUTRINA GNÓSTICA EM FORMATO DE HISTORINHA INFANTIL
Um dia, um dos amiguinhos, que era meio desobediente, quis brincar sozinho. Ele foi se afastando, se afastando, e no meio da brincadeira, acabou fazendo uma confusão. Ele criou, sem querer, um mundo diferente, um lugar escuro e pesado, que parecia uma massinha de modelar. Esse anjinho, meio perdido, ficou pensando que era o único criador e se achou o máximo!.
Então, para não ficar sozinho nesse novo mundo de massinha, ele criou bonequinhos de massinha: eram os seres humanos. O problema é que, como ele não sabia fazer bonecos perfeitos, ele os fez meio durinhos e pesados, sem se lembrar que dentro de cada um, tinha uma faísca de luz que vinha lá do mundo brilhante. Essa faísca de luz é como se fosse um pedacinho da alma, que sentia falta do lar de onde veio.
Lá no alto, o sol de luz e bondade ficou triste ao ver seus amiguinhos presos no mundo de massinha. Ele então resolveu enviar um de seus mensageiros para falar com os bonequinhos de massinha e sussurrar para eles: "Vocês não são apenas massinha, vocês são feitos de luz! Lembrem-se da luz que está dentro de vocês e vocês vão conseguir voltar para casa".
A história ensina que a gente não é só o nosso corpo de massinha, mas sim a luz que brilha lá dentro. Para voltar para a casa da alegria, o segredo não é fazer coisas muito difíceis, mas sim se lembrar de que a gente é feito de luz. É como se a gente tivesse que encontrar uma chave mágica dentro da gente mesmo. A mágica é o conhecimento, a gnose, que faz a gente se lembrar da nossa origem e do caminho de volta para o mundo da felicidade e da luz, longe do mundo de massinha.
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O MITO GNÓSTICO CLÁSSICO PARA CRIANÇAS DE 5 ANOS
Era uma vez, num castelo muito, muito distante e feito de luz, vivia o Rei da Luz, um ser de bondade infinita. No castelo, tudo era alegria, brilho e paz. Mas a princesa Sophia, que era filha do Rei, quis conhecer o mundo lá fora e acabou se aventurando sozinha.
Enquanto explorava, Sophia se perdeu e, num piscar de olhos, sem querer, fez uma grande confusão. Ela criou um mundo novo, um lugar escuro, pesado e com muitas sombras. Sophia ficou triste e assustada, e uma criatura um pouco arrogante, o príncipe do mundo das sombras, chamado Demiurgo, achou que era o rei de tudo.
O Demiurgo, querendo ter amigos, criou bonequinhos de barro: os seres humanos. O problema é que, ao fazê-los, ele não percebeu que um pedacinho da luz de Sophia tinha caído dentro de cada bonequinho. Esse pedacinho é a nossa alma, que se sente presa e quer voltar para a luz.
O Rei da Luz, vendo a tristeza de Sophia e dos bonequinhos de barro, enviou um príncipe corajoso, o Príncipe da Verdade, para ajudar. Ele foi até o mundo das sombras e, com muito carinho, sussurrou o segredo nos ouvidos dos bonequinhos de barro: "Vocês não são apenas barro; vocês são feitos de luz. Achem a luz que brilha dentro de vocês e vocês saberão o caminho de volta para casa".
A história ensina que a gente não é só o nosso corpo, que é como se fosse um brinquedinho de barro, mas sim a luz que brilha dentro de nós. O segredo mágico é a "Gnose", que significa conhecimento. Conhecer a si mesmo é encontrar a luz que vive lá dentro. E quando você encontra essa luz, você se lembra do caminho para voltar para o castelo do Rei da Luz, onde tudo é felicidade, brilho e paz.
O sábio Ptolomeu explicou que a lei do Demiurgo tinha três partes diferentes:
- Uma parte boa: Os dez mandamentos, que foram completados e aperfeiçoados pelo Príncipe Jesus.
- Uma parte misturada com maldade: Leis de vingança, que foram abolidas pelo Príncipe Jesus.
- Uma parte simbólica: Leis como a circuncisão, que representavam algo maior e foram elevadas a um significado espiritual pelo Príncipe Jesus.
Marcus descobriu que o mundo do Grande Rei foi feito de letras mágicas. Cada letra tinha um som, uma cor e um número especial. Ele ensinava que a letra "O", por exemplo, era um círculo que representava o infinito. A letra "A" era o começo, e a letra "Ω" era o fim. Ele contava que os 30 aeons eram como as 30 letras mágicas que formavam o nome do Grande Rei.
Sophia, uma das princesas, ficou com inveja e, ao tentar cantar uma música que era só para o Grande Rei, desafinou e criou um eco triste e feio. Esse eco se tornou o Demiurgo, o príncipe das sombras, que não sabia que era apenas um eco e pensou que era o criador de tudo. O Demiurgo criou um mundo de barro, mas, como não era perfeito, ele não sabia que dentro dos bonequinhos de barro havia um pedacinho da luz do Plêroma.
Para ajudar os bonequinhos de barro, Marcus ensinou que a canção do Grande Rei estava escondida nas letras, nos números e nos sons. Ele usava a música para ajudar as pessoas a se lembrarem do som original, da música do Plêroma. Ele dizia que o Príncipe Jesus não era apenas um homem, mas sim a Melodia Perfeita que veio ao mundo para ajudar os bonequinhos a se libertarem.
Marcus ensinou que o conhecimento, a Gnose, era como aprender a cantar a canção do Plêroma. Quando os bonequinhos de barro aprendiam a cantar essa canção, suas almas, que eram pedacinhos da luz de Sophia, se libertavam e podiam voltar para o reino de pura luz e felicidade.
Marcus também gostava de usar ritos de magia para mostrar o significado das doutrinas. Ele misturava a água e o vinho para fazer com que a taça ficasse vermelha como sangue, ensinando que o sangue de Jesus era um símbolo da luz, não do sacrifício.
Assim, a história de Marcus nos ensina que o mundo em que vivemos não é a nossa verdadeira casa. Somos como bonequinhos de barro com um pedacinho da luz do Plêroma, e podemos nos libertar ao descobrirmos a verdade sobre nós mesmos e sobre nosso verdadeiro lar. O caminho para a liberdade é a Gnose, o conhecimento que nos permite aprender a cantar a canção do Grande Rei e voltar para o castelo de luz e alegria.
Em um momento, o Fogo Original decidiu se manifestar e revelou a si mesmo na forma de seis Potências, que eram como seis cores mágicas, mas que não podiam ser vistas. Essas Potências se juntaram em casais e criaram o céu, a terra e os seres humanos, mas não de uma forma perfeita, porque elas não se lembravam da origem de sua criação.
O mensageiro foi enviado ao mundo das sombras para despertar a humanidade. Esse mensageiro era especial, porque podia se manifestar em diferentes formas:
- No céu, ele era o Grande Pai e o Espírito Santo.
- Na Terra, ele era o Príncipe da Verdade, o Verbo.
- No mundo de barro, ele era o Salvador.
A Mago Simão encontrou a princesa Helena, que havia sido transformada numa prostituta. A princesa Helena era a Sabedoria perdida, a Sophia do mundo de luz, que havia sido capturada pelos seres das sombras. O Mago Simão a resgatou e a levou para casa, ensinando que ele era a fonte da sabedoria e da salvação, e que a princesa Helena era a sua manifestação no mundo.
A Apophasis, ou a Grande Declaração, ensina que o mundo em que vivemos não foi criado por um deus bom, mas por um ser que não era perfeito. Para se libertar, é necessário buscar o conhecimento, a Gnose, que revela a verdadeira origem da alma.
Um dia, os demônios do Reino das Trevas sentiram inveja da luz e decidiram atacá-la. O Pai da Grandeza, para se defender, invocou um príncipe valente, o Primeiro Homem, para lutar em seu lugar. O Primeiro Homem, com sua armadura de cinco cores mágicas, entrou na batalha, mas foi engolido pelas trevas. Enquanto estava preso, os demônios do mal engoliram pedacinhos de sua luz.
O Rei das Trevas ficou com muita raiva ao ver a luz escapando. Então, os demônios mais astutos criaram Adão e Eva, os primeiros humanos. Eles usaram a luz que ainda estava presa dentro da escuridão para dar vida a Adão e Eva. Assim, cada ser humano nasceu com uma alma de luz (o bem) presa em um corpo de trevas (o mal). O Rei das Trevas também ensinou os humanos a se reproduzirem, para que a luz continuasse presa em novos corpos.
O Pai da Grandeza, vendo a alma humana aprisionada, enviou mensageiros de luz, como Buda, Jesus e Zoroastro. O mais especial deles foi Mani, o Buda da Luz, que revelou a verdade. Ele ensinou que o mundo em que vivemos não é a nossa verdadeira casa e que a nossa alma de luz precisa ser libertada.
Mani ensinou que o conhecimento (Gnose) era a chave para a salvação. Ele dividiu seus seguidores em duas partes:
- Os Eleitos: Pessoas muito especiais, que seguiam regras rígidas para purificar a luz. Eles comiam apenas vegetais e não podiam ter filhos, para que a luz não ficasse mais presa na escuridão.
- Os Ouvintes: Pessoas que ainda não estavam prontas para ser Eleitos, mas que ajudavam a libertar a luz. Eles doavam comida aos Eleitos, e, quando os Eleitos comiam, eles ajudavam a purificar a luz que estava nos alimentos.
- Os Perfeitos: Aqueles que alcançaram a pureza e a liberdade da alma. Eles se dedicavam à contemplação, vivendo uma vida de ascetismo, abstinência de carne, ovos, leite e sexo, e pobreza voluntária. Eles não se apegavam a nada material, pois a matéria era a prisão da alma.
- Os Crentes: Aqueles que acreditavam na verdade revelada pelos Perfeitos, mas ainda não estavam prontos para a renúncia total. Eles viviam uma vida mais moderada, mas se preparavam para o dia em que se tornariam Perfeitos.
- Barbelo: Uma Rainha de Luz, a primeira emanação do Ser Três Vezes Poderoso, que ajudava a dar forma e substância ao reino da luz.
- Autogerado: O filho de Barbelo, um príncipe de luz que se manifestou por si mesmo. Ele e Barbelo se tornaram os regentes de um dos Eons mais altos.





@jorgemendes2579
há 1 ano