Nos últimos meses venho refletindo sobre o estado atual da humanidade. Estudar a pré-história, a forma de organização de comunidades primitivas e antigas de seres humanos, a história de outras espécies de hominíneos, a história da homo sapiens desde seus primórdios... Tudo isto vem causando muito impacto em mim. Velhas verdades absolutas estão caindo.
A primeira delas é, estando trabalhando e empregado, perceber que o trabalho é escravidão e se dar conta de todas as mentiras do liberalismo e dos modernos coachs. Não, você acordando mais cedo e trabalhando mais do que os outros não vai fica rico, não vai conquistar nada. Vai ficar é doente, jogar sua vida do lixo e perceber que tudo não passou de um ESQUEMA para te explorar e que quando você não servir mais para ser explorado, será descartado e substituído por outro empregado mais ansioso por ser sugado até ficar doente e assim sucessivamente.
O capitalismo, o capital, a burguesia, os detentores dos meios de produção, eles são os inimigos da humanidade.
Hoje percebo que o melhor estilo de vida, a melhor organização humana que já existiu se chama SOCIEDADE CAÇADORA-COLETORA, ou seja, o modo de produção dos povos indígenas pré-históricos. Nesse modo o ser humano é feliz. Trabalha pouco, experimenta e vive intensamente a natureza, não tem ansiedade, não tem depressão. Não tem uma sociedade dizendo que se você chegou aos 30 anos sem casa própria, carro e uma carreira consolidada você é um fracassado. Não se vive de aparências e todos os bens são divididos. Engels chamou isso de Comunismo Primitivo.
Eu sou comunista primitivo. Defendo isso. Não há doenças mentais, surtos psicológicos, não há escravidão, relação de emprego, boletos, contas, desespero, ansiedade, tristeza. A vida é tomar banho no rio, colher frutos, plantar mandioca e milho, dormir a tarde numa rede, fazer amor com quem quiser, caçar e depois descansar, dormir e inventar brincadeiras e diversões. Conexão total com a natureza. Não precisamos de carros, casas e apartamentos. Precisamos é de cochilos na rede e parar de trabalhar. Essa é a cura para a humanidade.
TEMOS QUE VOLTAR ÀS NOSSAS RAÍZES. E AS RAÍZES DA AMÉRICA LATINA NÃO SÃO EUROPEIAS, NÃO SÃO CRISTÃS, NÃO SÃO CATÓLICAS.
NOSSAS RAÍZES SÃO INDÍGENAS!
Assim como as raízes do Japão, da China, da Coreia, das Filipinas, do Vietnã não estão na europa, as nossas também NÃO!!!
Continuo lendo e assistindo intelectuais e influenciadores de esquerda, socialistas, comunistas. Mas não acredito na tomada dos meios de produção a não ser sob a égide de um movimento NACIONALISTA.
Sou inimigo do capital e da burguesia e totalmente a favor do ESTADO.
Porque o comércio, o livre comércio, nada mais é do que O ESQUEMA para que uma classe, os comerciantes, tomem posse do Estado, do Exército, das religiões e das pessoas, criando sua própria massa de escravos: os trabalhadores.
E a única forma de impedir o avanço dessa classe sobre nossos bens é o Estado. E a única forma de unir as pessoas em torno de um Estado forte é através do Nacionalismo, do sentimento de PERTENÇA.
Não defendo tradicionalismo, conservadorismo nem nada dessas bostas. Isso tudo é coisa de doente infectado com a doença monoteísta moralista do "deus único". A moralidade é relativa, cada cultura cria, inventa do nada a sua moralidade. Não vem do céu nem de bíblia nem alcorão ou profeta algum. Não ligo pra isso, isso é tudo merda proto-fascista.
Mas ligo para algo: a cultura. Estudando um pouco de engenharia social vejo como a psicologia, a cultura, as mídias, as tradições e práticas culturais são usadas pelo Capital e outras classes para dominar a sociedade, controlar o Estado e manipular o povo.
Não pode haver nenhuma privatização. Tudo tem que ser do Estado. Educação, saúde, segurança, serviços sociais, o Estado deve ser dono de tudo e controlar tudo. E NÓS, TRABALHADORES, devemos controlar o Estado. Nós, povo assalariado, nós que pagamos boletos e contas, nós é que devemos controlar a Nação.
Sou nacionalista, mas não tradicionalista. Isso significa que defendo a manutenção de uma cultura nacional fortificada, que crie um forte sentimento de pertença e unicidade. E se isso significa o fim do multiculturalismo, então que seja. Não que eu ache que haja culturas superiores e inferiores, não sou fascista. Como disse, não ligo para moralidade nenhuma. Mas o Estado se quiser ser forte precisa escolher qual será sua cultura, precisa fundamentar sua unidade e criar instrumentos para isso seja mantido e perpetuado.
Na minha opinião o Brasil deve se voltar para os nativos, nossos índios, nossos americanos. O Estado deveria patrocinar a adoção de costumes indígenas, da religião indígena, do modo de vida nativo. Porque em parte nós já temos, o cunhadismo, os bandeirantes e os jesuítas fizeram parte disso. Não que eu defenda as horríveis bandeiras, mas os próprios bandeirantes eram, em grande parte, mestiços que mal falavam português, falavam tupi, eram polígamos e viviam assimilando costumes indígenas e ainda espalharam isso por todo o território.
Abomino toda tradição europeia, todo cristianismo, tudo isto que é bárbaro e alheio a nós, a maldita igreja católica e todas as suas putas seitas evangélicas que infectam nosso território com sua cultura neoliberal de escravidão pelo trabalho e bajulação dos estados unidos da américa, o país mais nojento e podre que já existiu na face da terra.
Toda religião monoteísta é cultura proto-fascista, é monocultura de destruição, é um sistema político autoritário moralista e sanguinário que odeia o pobre e a cultura popular. Zoroastrismo, judaísmo, cristianismo e islamismo devem ser EXTIRPADOS do território nacional e da cultura popular. A verdadeira religião da espécie humana é o animismo, a coexistência integrada com a natureza e os deuses devem ser os rios, as águas, as florestas, as árvores, o vento, o trovão, a chuva, o sol, a lua e as estrelas. Toda reza deve ser para os espíritos que estão em tudo e SÃO TUDO que existe. Não há deuses fora em outro mundo ou universo, não tem céu, não tem inferno, é tudo aqui, a Terra é nossa mãe e o Céu é o nosso pai. Odiar e desprezar as religiões monoteístas deve ser LEI absoluta.
O Brasil deveria se espelhar em Cuba, na Coréia do Norte e até mesmo no Japão em seu período fascista em que o ultranacionalismo e a unificação de toda a nação sob a égide do Imperador, a exaltação do Shintoísmo milenar e pré-histórico e o desprezo pelo Ocidente e toda cultura liberal americana e qualquer resquício de Monoteísmo se enraizou na população, do mais simples lavrador ao general de mais alta patente. Somente um Estado forte e uma cultura unificada e orgulhosa pode enfrentar qualquer imperialismo.
Mas, ao contrário dos fascistas, abomino ideias de superioridade racial e mais ainda o Capitalismo de Estado que defendiam. Sou anticapitalista, quase anarquista. Odeio os comerciantes. O comércio é a forma mais vil de escravidão, o comerciante é o mais psicopata entre as classes sociais. Porque ele se apoia totalmente uma coisa artificial chamada PROPRIEDADE PRIVADA e toma posse do que não é seu. Ele inventa que a Terra se vende, que um pedaço de terreno pode ser comercializado... ISSO É UM CRIME! Isso é uma invenção psicopática.
A terra não se vende! As plantas, as frutas, nada disso pode ser comercializado! Não é propriedade de ninguém, pertence a todos! Não pertence a ninguém!
O COMÉRCIO É A COISA MAIS NOJENTA QUE JÁ EXISTIU NA HISTÓRIA HUMANA. O COMÉRCIO É MAU, O COMÉRCIO É FASCISTA, O COMÉRCIO É RACISTA, O COMÉRCIO É PSICOPATA.
O CAPITAL TEM QUE ACABAR, O DINHEIRO TEM QUE ACABAR. TRABALHAR NÃO É VIVER, É SER ESCRAVO!
VOCÊ TRABALHA, TRABALHA, TRABALHA ESCUTANDO DISCURSOS MERITOCRÁTICOS, É TUDO MENTIRA! OS POBRES ESTÃO CADA DIA MAIS POBRES, A CLASSE MÉDIA CADA DIA ECONOMIZANDO MAIS PRA MANTER SEUS PEQUENOS LUXOS, É RIDÍCULO QUE ACEITAMOS CALADOS SERMOS ESCRAVOS, ROUBADOS POR TODOS OS LADOS!
E ELES MENTEM QUE VOCÊ PRECISA SE ESFORÇAR MAIS, TRABALHAR MAIS. ELES QUE SÃO HERDEIROS, ELES QUE SÓ TEM PORQUE HERDARAM, ELES QUE NÃO TRABALHAM QUEREM QUE VOCÊ TRABALHE, ELES QUE SÃO PSICOPATAS E BANDIDOS DIZEM QUE NÓS NÃO FAZEMOS O SUCIFIENTE, QUE NÃO NOS ESFORÇAMOS...
O inimigo é o Capital, o inimigo é o Dinheiro, o inimigo é o Comércio, o inimigo é a Burguesia, o pior inimigo que a humanidade já enfrentou.
Ainda há esperança. Se existe Cuba, se existe Coreia do Norte, isso significa que tem como vencer esses filhos da puta bilionários desgraçados!
Soy, soy lo que dejaron Soy toda la sobra de lo que se robaron Un pueblo escondido en la cima Mi piel es de cuero, por eso aguanta cualquier clima
Soy una fábrica de humo Mano de obra campesina para tu consumo Frente de frío en el medio del verano El amor en los tiempos del cólera, mi hermano
El sol que nace y el día que muere Con los mejores atardeceres Soy el desarrollo en carne viva Un discurso político sin saliva
Las caras más bonitas que he conocido Soy la fotografía de un desaparecido La sangre dentro de tus venas Soy un pedazo de tierra que vale la pena
Una canasta con frijoles Soy Maradona contra Inglaterra anotándote dos goles Soy lo que sostiene mi bandera La espina dorsal del planeta es mi cordillera
Soy lo que me enseñó mi padre El que no quiere a su patria, no quiere a su madre Soy América Latina Un pueblo sin piernas, pero que camina, ¡oye!
Tú no puedes comprar al viento Tú no puedes comprar al sol Tú no puedes comprar la lluvia Tú no puedes comprar el calor
Tú no puedes comprar las nubes Tú no puedes comprar los colores Tú no puedes comprar mi alegría Tú no puedes comprar mis dolores
Tú no puedes comprar al viento Tú no puedes comprar al sol Tú no puedes comprar la lluvia Tú no puedes comprar el calor
Tú no puedes comprar las nubes Tú no puedes comprar los colores Tú no puedes comprar mi alegría Tú no puedes comprar mis dolores
Tengo los lagos, tengo los ríos Tengo mis dientes pa' cuando me sonrío La nieve que maquilla mis montañas Tengo el sol que me seca y la lluvia que me baña
Un desierto embriagado con peyote Un trago de pulque para cantar con los coyotes Todo lo que necesito Tengo a mis pulmones respirando azul clarito
La altura que sofoca Soy las muelas de mi boca mascando coca El otoño con sus hojas desmalladas Los versos escritos bajo la noche estrellada
Una viña repleta de uvas Un cañaveral bajo el sol en Cuba Soy el mar Caribe que vigila las casitas Haciendo rituales de agua bendita
El viento que peina mi cabello Soy todos los santos que cuelgan de mi cuello El jugo de mi lucha no es artificial Porque el abono de mi tierra es natural
Tú no puedes comprar el viento Tú no puedes comprar el sol Tú no puedes comprar la lluvia Tú no puedes comprar el calor
Tú no puedes comprar las nubes Tú no puedes comprar los colores Tú no puedes comprar mi alegría Tú no puedes comprar mis dolores
Não se pode comprar o vento Não se pode comprar o sol Não se pode comprar a chuva Não se pode comprar o calor
Não se pode comprar as nuvens Não se pode comprar as cores Não se pode comprar minha alegria Não se pode comprar minhas dores
No puedes comprar el sol No puedes comprar la lluvia (Vamos caminando) (Vamos caminando) (Vamos dibujando el camino) No puedes comprar mi vida (vamos caminando) La tierra no se vende
Trabajo bruto, pero con orgullo Aquí se comparte, lo mío es tuyo Este pueblo no se ahoga con marullos Y si se derrumba yo lo reconstruyo
Tampoco pestañeo cuando te miro Para que te recuerde' de mi apellido La Operación Cóndor invadiendo mi nido Perdono, pero nunca olvido, ¡oye!
Aquí se respira lucha (Vamos caminando) Yo canto porque se escucha (Vamos dibujando el camino) Oh, sí, sí, eso (Vamos caminando) Aquí estamos de pie ¡Qué viva la América!
O MCU MORREU!!!! Robert Downey Jr, o Homem de Ferro, como Doutor Destino de uma realidade alternativa???? Ridículo, brega, tosco, um ato de desespero.
Mas será que dessa patacoada sai algo que preste?
Pode ser que sim. Minha raiva ao ver isso pode ser aplacada se o que a Marvel estiver preparando é o REBOOT de seu universo cinematográfico. Reboot é um Reinício, ou seja, toda a história será contada do zero, um novo começo, novas origens, novas tramas, novos personagens e... NOVOS ATORES!
Se isso for feito terá meu apoio. A Marvel terá o Quarteto, o Aranha e principalmente os X-MEN. Será uma excelente forma de reinicializar seu universo cinematográfico agora podendo usar todos os personagens dos quadrinhos da Marvel tranquilamente.
E que forma melhor de dar esse início do que apresentando novos X-Men?
Acredito que Kevin Feige fará isso. As Guerras Secretas, ao contrário dos quadrinhos, servirão para destruir e acabar com o MCU atual e todas as suas histórias dando um reinício ao universo Marvel dos cinemas. E quem está por trás das maiores sagas da Marvel nos quadrinhos são os X-Men, sempre a origem e o início de tudo que é de bom.
Portanto, se essa patacoada ridícula de apresentar um Doutor Doom interpretado por Robert Downey Jr for para, literalmente, DESTRUIR o MCU atual e criar um novo do nada com os X-Men como o foco principal, não mais uma "saga mutante" mas uma MARVEL MUTANTE, então terá meu apoio.
Portanto, que o MCU MORRA! E que da morte dele nasça algo melhor!
Que a Marvel sofra uma MUTAÇÃO e que seu novo universo cinematográfico seja MUTANTE!
Ainda desejo que nas Guerras Secretas haja uma última homenagem aos ICÔNICOS filmes dos X-Men da Fox, falo dos primeiros com o elenco clássico dos anos 2000.
Nós fãs da franquia merecemos e os atores também. Agora com Hugh Jackman vestido finalmente como o Wolverine dos quadrinhos com seu uniforme amarelo, queremos a Famke Janssen vestida como Jean Grey dos anos 90 com seu uniforme azul e laranja, Anna Paquin vestida como Vampira dos anos 90 com seu cabelo volumoso e uniforme verde e amarelo, e todos os outros também. Os atores merecem essa despedida e nós fãs também. As Guerras Secretas são o momento ideal para isso.
Marvel tem a faca e o queijo na mão. Espero que não desperdice a chance de ouro de encerrar essa fase em altíssimo nível.
Meu novo vício agora é música pop e folk do oriente médio e ásia central.
O modo dórico é encontrado em diversas músicas Folk (tradicionais) desde tempos pré-históricos até hoje nas músicas de toda a Eurásia e cobre uma área que vai da Irlanda e Portugal até a Sibéria, passando pela Ásia Central, Irã, Mongólia e China.
É até mesmo encontrado nas Américas, especialmente na américa do norte e nos andes, em ritmos tradicionais indígenas andinos como o Tinku boliviano, o Sanjuanito equatoriano, o Harawi antigo espalhado por todo o Império Inca, o Huaino peruano e dezenas de outros ritmos tradicionais.
Aqui temos exemplos de como essa escala pré-histórica sobrevive firme e forte tanto em música tradicional como em música pop.
Nava-i é uma música tradicional composta em 1908 baseada em ritmos e melodias tradicionalíssimas do Irã.
Já Hulu é uma música pop iraniana (persa) lançada a 2 meses.
E tão sem graça que sua adaptação cinematográfica precisou ser uma cópia barata de Jean Grey pra TENTAR ter alguma relevância e simpatia do público.
O caso desastroso de "retcon" (alteração de fatos canônicos do passado dando um novo status para personagens e enredos) que foi feito retirando a origem mutante de Wanda e Pietro, os gêmeos filhos de Magneto, é um dos casos mais ridículos e patéticos de modificação de personagens.
Feito no auge do GRANDE BOICOTE QUE A MARVEL FEZ CONTRA OS X-MEN feito por causa dos direitos cinematográficos estarem com a Fox Studios, ja visto em https://gnosedesi.blogspot.com/2023/07/o-potencial-simbolico-desperdicado-dos.html, esse retcon retirou de Wanda toda originalidade e a transformou num personagem clichê e barato qualquer.
O grande drama e enredo principal de Wanda é que ela é uma pessoa DOENTE MENTAL com poderes de manipular as probabilidades, o que faz dela um ser muito perigoso se perder a sanidade mental ou entrar em "surto". Não tem nada oficialmente revelado mas Wanda parece ter um grave e elevado nível de Transtorno Borderline ou até mesmo transtorno bipolar, além de alta ansiedade, despersonalização, sentimento de inadequação e uma forte depressão. Em surtos de tristeza e raiva, Wanda é capaz até mesmo de alterar a realidade e causar sérios danos na vida das pessoas em volta, principalmente das que ela mais ama e são próximos. Portanto, Wanda é um perigo e pode se tornar uma vilã. O que fazer com um ser super poderoso que não tem controle sobre seus sentimentos e necessita de tratamento para suas doenças mentais? Esse é o grande e principal drama de Wanda.
Sobre seus poderes, originalmente Wanda era uma MUTANTE com o poder de alterar as probabilidades. Um poder extremamente interessante e único!
É realmente muito interessante pois parece e muito com o lançamento de feitiços, encantamentos e coisas do tipo, mas não é! Qual a probabilidade de um evento X acontecer? O portador dessa habilidade pode alterar a probabilidade e fazer algo que era muito improvável de acontecer ser realizado e vice-versa. É muito mais interessante do que "magia". Não se sabe o que ela pode fazer, o que pode acontecer. A mulher é uma bomba viva e pode salvar tudo ou destruir a todos. E mais, suas alterações de probabilidade podem causar efeitos em cadeia absurdos e os mais inimagináveis...
Wanda no início alterava as probabilidades somente. Então foi dito por Agatha Harkness que os genes mutantes dela despertaram e deram acesso a habilidades mágicas herdadas por Wanda ter origem em família de feiticeiros... Foi o começo da decadência criativa e da PREGUIÇA DE ROTEIRO que atingiu Wanda até hoje.
Wanda passou a aprender "magia do caos" e descobriu que Chton a imbuiu dessa habilidade. Mas que coisa preguiçosa e clichê. 900 herois usam "magia". Não há originalidade. Tudo é o mesmo: livros com palavras mágicas, invocações de entidade, linhagem de feiticeiros, artefatos... Wanda foi se tornanto um personagem clichê, chato, enjoativo, o mesmo de sempre. Deve ter uns 1000 personagens assim na DC e mais uns 900 na Marvel. Toda originalidade, todo o enredo e drama da personagem caiu e virou uma história ridícula de bruxa ficando louca porque "o poder corrompe". Nossa, que novidade!
Wanda mutante que altera probabilidades é original, criativo, fonte de inumeráveis histórias e ricos enredos. Ela pode causar inclusive mutações nela mesma, o céu é o limite para se criar enredos para a personagem.
Mas resolveram assassinar tudo isso para transformá-la numa "praticante de magia" chata que tem que aprender em livros como usar a magia. Algo pobre, preguiçoso, insípido, insosso, batido, clichê....
O resultado disso é que simplesmente a Wanda se tornou tão insossa e insípida, tão clichê e baranga que sua adaptação nos cinemas teve que ser uma cópia de Jean Grey.
Já repararam que nos filmes os poderes de Wanda são Telecinese e Telepatia? Ora, esses são exatamente os poderes de Jean Grey! Essa Wanda do MCU é uma fraude! A Wanda dos quadrinhos NÃO É ASSIM!
Telecinese e Telepatia, sério??? A mutante das probabilidades virou uma cópia genérica de Jean Grey. E depois com a porcaria da Magia e de Bruxaria ficou mais fubanga e sem graça ainda.
A ridícula série Wandavision é a cópia de duas histórias dos X-Men: A Saga da Fênix Negra e A Ressurreição da Fênix.
Lembrando que no caso de Jean, não é Jean quem "enlouquece" mas a entidade cósmica e mitológica Fênix que se embriaga com as emoções humanas e fica obcecada com Jean. Ja nos filmes e agora nos quadrinhos é a Wanda mesmo que é doida mas uma doida clichê que entidades malignas presentes em livros de bruxaria se aproveitaram de sua fragilidade emocional para se libertar. Toda essa historinha de livro Darkhold e da entidade Chton é muito brega, muito batida, muito mais do mesmo, muito "já vi isso 300 outras vezes em vários lugares".
Wanda dos filmes e séries da Marvel tem os poderes de Jean Grey, os enredos de Jean Grey, o visual de Jean Grey... mas não é mutante. O que faz dela um projeto mal cagado de Jean Grey.
Uma pena. Tão original personagem transformado em sombra ridícula de uma famosa e adorada X-Men.
O ódio que eu estou do diretor da escola e dos professores é indescritível. O menino reclamou que sofria bullying. O diretor viu, todos viram. Ninguém se importou com ele. Agressões aconteciam na frente dos professores e ninguém fez nada. Até que mataram o menino:
Isso é inadmissível. Eu sou a favor de baixar a maioridade penal para 12 anos.
Eu realmente sou um defensor dos direitos humanos... para humanos direitos. Quer dizer, se uma pessoa comete atos de brutalidade e desumanidade ela NÃO SE CONSIDERA HUMANO e, portanto, abdicou de qualquer direito. Temos que DESCOLONIZAR o fascismo europeu de nossas ideologias e visões de mundo. Não tem "direitos humanos" em Cuba nem na China, nem no Japão, na África então. Aliás nem os EUA respeitam essa merda de direitos humanos. Sou contra isso.
Prisão perpétua, pena de morte, trabalhos forçados, tudo isso. Esses dois adolescentes monstros deveriam ser condenados a morte e os pais deles a pagarem todas as despesas, gastos e perdas econômicas para o pai do menino vítima dessa brutalidade. O diretor da escola deveria ser condenado a trabalhos forçados perpétuos e todas as autoridades negligentes da escola incluindo professores e quaisquer funcionários deveriam ser condenados a pagar dinheiro e perder bens para pagar a família e a sociedade pelo horror que causaram por CULPA devido a negligência.
Chega, estou cansado desse papo de colonizador branco europeu de "direitos". As pessoas tem direitos demais, tá na hora de PAGAR o que fazem.
E os funcionários da UPA onde ele foi atendido com laudos errados e negliência no atendimento deveriam ser TORTURADOS COM CHIBATADAS E ESPANCAMENTOS e ter TODOS os seus bens expropriados pelo Estado, porque é inadmissível você ter seu pulmão perfurado por lesão grave e receber laudo de infecção pulmonar. O médico tem que morrer e ter seus bens expropriados.
Redução da maioridade penal para 12 anos, pena de morte, prisão perpétua, trabalhos forçados já. E a Constituição que vá para a puta que a pariu.
Se tem uma coisa que me irrita profundamente na música é o artista que não aceita seu próprio potencial e se contenta com pouco. É o caso de Xandria.
Eu gosto muito dessa banda mas ela me decepcionou bastante no último horrível disco lançado ao voltar a cometer o grande erro que perpassa todos os seus álbuns, com exceção do Theater of Dimensions (2017) onde eu praticamente não vi esse erro e que é, sem sombra de dúvida, o melhor trabalho da banda. Meu álbum favorito é o Neverworld's End (2012) muito por causa do vocal maravilhoso de Manuela Kraller (a nossa ex futura sucessora de Tarja) mas esse disco sofre demais com o grande erro da banda.
Theater of Dimensions, o melhor disco da banda e o única onde ela conseguiu não cometer erros ridículos e amadores de composição.
Bandas como Epica também cometem muito esse erro, frequente em bandas alemãs ou formadas por músicos alemães. Eles parece que não veem a música com emoção mas com cálculo matemático. O resultado são as "quebras" que ocorrem entre as estrofes. Isso acontece DEMAIS no Xandria e me irrita profundamente.
O que eu chamo de "quebras" aqui são as mudanças bruscas de melodia entre estrofes, refrões, pontes, coros, pré-coros e etc. Causa uma sensação estranha como se a música fosse feita de blocos isolados e tijolos que foram colocados um sobre o outro e completados com cimento e argamassa mas que nunca serão uma coisa só. Isso me irrita bastante pelo amadorismo que isso reflete. Parece que eles não escutam a música antes de lançar. Não consigo pensar senão em burrice porque não é possível que não escutem a música pra ver que tem algo errado.
Na minha música favorita da banda isso acontece demais e me irrita profundamente, The Lost Elysiun:
No final da intro quando Manuela canta "for the lost elysiun", a melodia da estrofe seguinte não tem NADA a ver com o final da intro. E eles repetem isso a música toda. Antes da ponte/solo de guitarra em 2:28 acontece o mesmo, o final do refrão não tem NADA a ver com o solo! Fica um sentimento estranho de "porra, porque não criou uma melodia melhor que se encaixe formando uma MÚSICA ao invés disso que parece uma montagem com imagens de revistas e jornais feitas às pressas?".
Essas quebras são causadas porque eles não entendem a música como MÚSICA mas como uma fórmula matemática ou um jogo de blocos onde vc monta peças pra formar uma figura. Não é assim. Música é sentimento. Não há música sem sentimento. Você pode ser o melhor técnico do universo, se não souber colocar SENTIMENTO não será música, será uma equação estranha num quadro pra alunos desinteressados ignorarem.
Esta é outra coisa que falta demais à Xandria e somente Dianne van Giersbergen conseguiu trazer. Os álbuns com Dianne tem muito mais sentimento colocado, principalmente o Theater of Dimensions onde ela participou mais ativamente na produção e nas composições. Não é a voz dela, é a composição melódica mesmo. Xandria não tem sentimento.
Parece que os caras não sabem o que é música ou não entendem o que estão fazendo.
Além disso Xandria não desenvolve suas melodias. Muitas músicas são bastante medíocres, nem tem riqueza nem floreios, são secas, duras, diretas, não há nenhum embelezamento, fazendo a música se tornar clichê, pobre, sem detalhes, apenas um recorte de melodias repetitivas muito tosco. Esse é o caso de Dreamkeeper que além de ter as terríveis quebras sofre de pobreza compositiva:
Dreamkeeper deveria mudar de nome e se chamar BROCHADA, porque quando parece que você vai ficar excitado a POBREZA MELÓDICA e as quebras horríveis te brocham. É impressionante a preguiça na hora de compor essa música, toda vez que ouço só penso em brochar, decepção, fracasso...
O ápice de Xandria se deu na Burn Me, excelente faixa do Theater of Dimensions com a participação do maravilhoso vocalista Zaher Zorgati da banda tunisiana Myrath. Aqui sim Xandria entendeu o que é música e deu seu nome. A música é maravilhosa, nota 1000:
Outra banda que comete muito esses mesmos erros de Xandria e me irrita demais é EPICA. Gente, como é que pode tão capacitados músicos serem tão péssimos e falhar em um erro tão ridículo? Tem uma música em que isso é tão evidente, Unchain Utopia, justamente entre as estrofes e o refrão, parecem músicas diferentes coladas artificialmente, trabalho amador, infantil, burro! Como é que pode, isso?
Outra é Freedom, a música é boa mas toda quebrada, parece que foi feita "nas coxas" colhendo cacos quebrados de produtos de diferentes naturezas, que vergonha é a passagem pro refrão, um silêncio bizarro no meio da música estragando a experiência do ouvinte:
Nem Dave Mustaine com o cu cheio de droga consegue cometer esse erro crasso e primordial.
Isso me irrita bastante. Muitos deles são formados em música clássica e erudita, como é que nunca perceberam que Mozart, Handel, Bach, Paganini e Beethoven nunca cometeram esses erros? Formados em música que não sabem o que é música?
Xandria chega a me dar vergonha alheia com isso em certas músicas...
Muitas bandas não cometem esse erro nunca! Nunca vi Blind Guardian, o Conjunto Angra, Sepultura, Nightwish, Stratovarius, Sonata Arctica, Iron Maiden, Megadeth, Slayer, Death, Within Tempation e etc cometerem isso.
Aliás, Blind Guardian e Rhapsody são os maiores exemplos de músicos que realmente SABEM o que é música. Bandas com álbuns perfeitos e sem defeito, que nos deixam emocionados com tanta beleza.
Xandria tem grande potencial. As composições deles são bonitas. Uma pena que desperdicem tanto tempo emulando Nightwish de uma forma porca dessas, nem conseguindo escutar as próprias músicas e perceber que tá ruim e artificial. Além de todos esses erros tem a falta de consistência e personalidade, sempre se escorando no Nightwish, o que é muito ridículo.
Jani Liimatainen é outro compositor que nunca vi cometer isso. TODAS as faixas com a assinatura dele são belíssimas e cheias sentimento. As diferentes partes de suas músicas se conectam, o final de uma estrofe se entrelaça com a outra perfeitamente, seja no Sonata Arctica, seja no Cains Offering ou na sua carreira solo.
Um belo exemplo de como fazer uma música absolutamente PERFEITA E SEM DEFEITOS, com várias partes e todas se ligando melodicamente de uma forma lindíssima e extremamente musical e apaixonante é A VOICE IN THE COLD WIND de Rhapsody, uma obra prima do Power Metal Sinfônico:
Isso sim é MÚSICA! Isso sim é COMPOR!!!! Pegaram uma composição erudita do século 17 e transformaram em uma obra de arte do Metal (Duke of Norfolk ou Paul's Steeple). Aprende, Xandria e Epica, o significado de música com Rhapsody, isso sim é uma BANDA DE MÚSICA DE VERDADE!!!
Rhapsody é tudo de mais maravilhoso, estupendo e fantástico que eu já ouvi em relação a Heavy Metal e música em geral. Minha banda favorita era Nightwish a muitos anos atrás mas depois de Rhapsody não tem jeito, o sabor da QUALIDADE deixa uma marca incomensurável impossível de ser superada por vulgaridades quaisquer. Isso é ouro puro em forma de música, cada pedaço, cada nota, cada melodia formando um todo coeso, coerente, uma dança. Rhapsody é dança, é paixão, é sentimento, é beleza, é tudo!
O Conjunto Angra não fica muito atrás. Com alguns poucos deslizes em sua carreira, o conjunto brasileiro sempre entregou qualidade e é referência.
Já Xandria, Epica e outras vem constantemente me decepcionando. O que é triste porque torço muito pelo sucesso de todos eles mas parece que eles não param para escutar as próprias músicas...
REPOSTANDO PORQUE OS VÍDEOS EM EXCESSO ESTAVAM TRAVANDO A PÁGINA, FORAM SUBSTITUÍDOS POR LINKS.
Dos modos gregos, o Modo Dórico é meu favorito! Também chamado de "Escala Celta" ou "Escala Medieval" por alguns (na verdade os modos gregos são derivados de uma única escala), é meu tipo preferido de música.
Causa uma sensação de tristeza mas também de uma beleza e conforto imensos. Por isso muitos chamam esse modo de "beleza triste". Causa uma sensação de melancolia, porque a última nota da escala não se fecha por completo, causando sensação de incompletude e vazio.
Os modos gregos foram catalogados de acordo com o tipo de música tocada em cada região da Grécia. Essa catalogação foi feita na Idade Média e perdura até hoje. Todo mundo que faz aulas de violão, piano e etc aprende os modos gregos para, principalmente, COMPOR músicas.
O MODO DÓRICO é o modo básico da música celta mais antiga e medieval. Me agrada muito aos ouvidos, é definitivamente A MINHA MÚSICA, a música da minha "alma", é a minha praia, é o que eu quero escutar. Muito presente no Blues e no Rock, é preponderante também em 99% das músicas de bandas de Power Metal (Blind Guardian, Nightwish, Stratovarius, Sonata Arctica, Rhapsody, Edguy e tantas outras).
Apesar de amar muito a Escala Árabe e a Escala Nordestina (esta última é originalmente brasileira e indígena, veio dos indios do nordeste), o Modo Dórico é ainda meu favorito. Talvez por isso eu ODEIE tanto a MPB. Não suporto Bossa Nova e seus derivados e não chego perto de nenhum artista desse tipo. Detesto tudo que venha de Chico Buarque, Caetano Veloso, Maria Betania e afins. É porque eles nunca usam o modo dórico. Pelo contrário, usam outros modos que são o oposto do modo dórico e isso não me agrada. Muito raramente escuto Milton Nascimento, o único que ainda aguento alguma coisa, porque os outros... me causam ojeriza, ranço.
Talvez por isso, também, eu goste tanto da Escala Nordestina. Porque ela se assemelha ao modo dórico, o que me agrada bastante!
Vejamos alguns exemplos de músicas em Modo Dórico - inclusive há músicas brasileiras nesse modo:
https://youtu.be/mabaKE-xNUo?si=KcZ9UVIa6dLWjWRi
https://www.youtube.com/watch?v=99IHfUkQ-xs
https://www.youtube.com/watch?v=K-HgMVGE0LU
https://www.youtube.com/watch?v=2rrvY0hHU4A
https://www.youtube.com/watch?v=G-baoojvu1o
https://www.youtube.com/watch?v=x-64CaD8GXw
No mundo pop, exemplos são Blue Jeans de Lana Del Rey, Telephone de Lady Gaga e Break The Ice de Britney Spears, todas em Modo Dórico:
https://www.youtube.com/watch?v=8UVNT4wvIGY
https://www.youtube.com/watch?v=JRWox-i6aAk
https://www.youtube.com/watch?v=EhXQS-7Jykk
https://www.youtube.com/watch?v=eQFIKP9rGhQ
As Cantigas de Santa Maria, coleção medieval seleciona pelo Rei Afonso X compostas em galego-português, são quase todas em Modo Dórico:
CANTIGA 58 - DE MUITAS GUISAS NOS GUARDA DE MAL
https://www.youtube.com/watch?v=Og3l5ROoDBM
CANTIGA 77 - DA QUE DEUS MAMOU
https://www.youtube.com/watch?v=jJy6jp0IX5A
CANTIGA 218 - RAZON AN DE SEEREN
https://www.youtube.com/watch?v=ocporbOVk-g
A música tema da novela Cabocla e essa canção de Zé Ramalho também estão em Modo Dórico:
A franquia X-MEN da Marvel comumente é a origem de várias mídias originais que se tornam paradigmas e são copiados insistentemente em todo canto.
Em 1994 a Capcom, criadora de Street Fighter, juntamente com a Marvel decidiu testar novas engines para jogos de luta já que Street Fighter Alpha (1995)estava em produção e seria lançado no ano seguinte. Partindo da engine criada para Darkstalkers (1994), a Capcom lançou um marco zero para os jogos de luta: X-Men Children of The Atom (1994).
Esse jogo inagurou a engine de todos os jogos da série Versus da Capcom que misturava personagens da Marvel com personagens da Capcom.
DETALHE IMPORTANTE: a trilha sonora da tela de seleção é baseada na trilha da série animada X-Men de 1992 e o design dos personagens e dos cenários é totalmente inspirado na arte de Jim Lee à frente dos X-Men nos quadrinhos.
O jogo é lindíssimo, o que pode ser visto assistindo a qualquer gameplay:
O jogo tentou emular para o videogame as características dos X-Men nos quadrinhos dos anos 90: exagero, cenas de pôster, personagens extremamente fortes e poderosos, golpes exagerados com muitas luzes e raios, muito brilho, cores fortes, pancadarias, combos e etc. O resultado foi o início da série Marvel vs Capcom. Mas ainda havia muito a ser inventado. Os gráficos lindos a trilha sonora IMPECÁVEL impressionaram o público e o sucesso veio.
Os personagens são: Tempestade, Ciclope, Wolverine, Homem de Gelo, Colossus, Psylocke, Ômega Vermelho, Sentinela, Samurai de Prata e Espiral. Fanático é um sub-chefe e Magneto é o chefão.
Em 1995 saiu Marvel Super Heroes, a sequência que não era sequência. Visando explorar mais, a Capcom decidiu colocar outros herois da Marvel e ao invés de ser uma história dos X-Men, o jogo é uma mini adaptação da Saga do Infinito com Thanos como vilão. Ainda assim, 4 X-Mens são parte do jogo: Psylocke, Magneto, Wolverine e Fanático. Temos ainda Capitão América, Homem Aranha, Hulk, Homem de Ferro, Shuma Gorath (das histórias do Doutor Estranho) e Coração Negro (das histórias do Motoqueiro Fantasma). Doutor Destino (das histórias do Quarteto Fantástico) é sub-chefe e Thanos é o chefão. Não fez tanto sucesso quanto o primeiro por ser muito parecido. Basicamente a única grande diferença são os combos aéreos.
Mas então um grande salto veio de novo com os X-Men.Foi quando em 1996 a capcom lançou X-Men vs Street Fighter e TUDO MUDOU. A base de 1994 estava lá com suas corridas rápidas e saltos mega altos mas agora é possível jogar 2 x 2, chamar o segundo personagem para atacar, lançar um golpe especial duplo, a velocidade está maior, os saltos ainda mais altos e a jogabilidade muito mais furiosa, exagerada e acelerada. Este é o jogo básico que criou Marvel vs Capcom, todas as características já estão presentes. Sucesso absoluto nos Arcades e fliperamas, eu mesmo cansei de jogar isso em casa e nos fliperamas no bairro. Todo mundo só queria jogar X-Men vs Street. E a surpresa de enfrentar Apocalipse como um chefão enorme que enche a tela foi um estrondoso sucesso apocalíptico no mundo dos games:
As séries seguintes apenas seguiram a fórmula que foi criada por X-Men COTA e X-Men vs Street Fighter.
A arte dos quadrinhos dos X-Men foi a grande inspiradora dos visuais da série versus da Capcom. A influência de Jim Lee e sua arte levemente inspirada nos mangás japoneses (Jim lee é coreano) e sua total devoção ao novo estilo exagerado e ultra-brilhante dos quadrinhos da Marvel nos anos 90 deixou uma marca perpétua até hoje em todo o mundo das revistas em quadrinhos.
No jogo Marvel vs Capcom (1998) o chefão é nada mais nada menos que Massacre, o vilão dos X-Men que é uma personalidade surgida da infecção da psique do professor Xavier com o ego de Magneto protagonista da mega-saga Massacre (1996) nos quadrinhos de toda a Marvel, apenas mais uma das grandes sagas da Marvel oriundas dos X-Men. Além disso, da lista de personagens não jogáveis mas selecionáveis como parceiros para um golpe especial, todos do lado da Marvel, exceto Thor e Agente Americano, são X-Men: Colossus, Ciclope, Homem de Gelo, Jubileu, Fanático, Magneto, Psylocke, Vampira, Sentinela e Tempestade.
Outros pioneirismos dos X-Men
- A série X-Men Legends de videogames deu origem ao jogo Marvel Ultimate Alliance.
- Os filmes X-Men da Fox nos anos 2000 deram origem e inspiração pra Marvel criar o MCU (Universo cinematográfico da Marvel nos cinemas). Antes de X-Men os filmes de herois eram patéticos e dignos de pena. X-Men recriou o significado de super heroi e simplesmente INAUGUROU uma nova era de filmes de herois no cinema.
- As revistas dos X-Men foram as primeiras a tratar seriamente questões sociais, científicas, políticas e biogenéticas que ainda são copiados hoje em tudo quanto é editora de quadrinhos, filmes e etc. Temas como diversidade étnica, armas químicas, manipulação genética e outros só ganharam espaço na mídia depois de serem tratados nas revistas dos X-Men.
- O desenho clássico X-Men Animated Series (1992) deu enorme destaque para a marvel e uma carreira de sucesso para o Homem Aranha. É que em 1994 a fox criou Spider Man Animated Series, o maior e melhor desenho animado sobre o Homem Aranha que já existiu, num universo compartilhado criado em 1992 com os X-Men. O sucesso do Homem Aranha e seus filmes em grande parte é devido aos filmes dos X-Men e ao desenho dos X-Men de 1992.
- Com o trailer de X-Men 97, continuação do desenho animado de 1992, a Marvel inaugurou a MARVEL ANIMATION, um estudio NOVO e PRÓPRIO da Marvel para animações. O que significa que a partir de agora teremos muito mais animações da Marvel, todas devendo sua origem mais uma vez aos X-MEN:
- A história DIAS DE UM FUTURO ESQUECIDO lançada nos quadrinhos em 1984 na revista Uncanny X-Men em suas edições 141 e 142 melhorou e ampliou as histórias de máquinas e viagem no tempo e ainda é fonte de inspiração para tudo quanto é história que envolva ficção científica. X-Men é a única franquia que consegue mesclar realismo, ficção científica e alta fantasia em uma coisa só e fazer disso uma fonte inesgotável de criatividade e originalidade.
- A arte inconfundível de Jim Lee virou o modelo de arte para quadrinhos até hoje. Praticamente TODOS os artistas copiam mais ou menos os traços de Jim Lee á frente dos X-Men. Os antigos herois da Image Comics são basicamente cópias de X-Men:
É um site sério e não religioso. O autor faz referências ao Jesus Histórico e o difere do cristo das igrejas e das teologias. Ele sabe muito bem que os cristos das fés não são, de maneira alguma, nada que se pareça com o Jesus Histórico. Compreende as datas de composição dos escritos do Novo Testamento e faz referência bibliográfica às obras estudadas pelos acadêmicos sobre teologia, historiografia bíblia e história do cristianismo e das religiões antigas.
Seu site vale muito a pena e essa postagem em específico é MUITO importante. Eu já cheguei a acreditar que o Gnosticismo era um movimento próprio que incorporou a tradição e elementos cristãos em um segundo momento. Mas não, isso não é possível. As raízes do Gnosticismo estão sim no misticismo judaico-cristão do século 1 mas, especialmente, nos primeiros textos produzidos pelas comunidades cristãs. Essas comunidades tardias de cristãos são as responsáveis por cartas pseudo-paulinas no Novo Testamento e também as atribuídas a João. Estamos falando de uma época que nem Paulo nem muito menos Pedro, Tiago ou João (se é que este último tenha existido) estavam vivos, no final do século 1 entre 80 e 100 d.C. Esses textos usam expressões e fazem referências a doutrinas judaico-cristãs místicas e começam uma teologia anticósmica e uma visão negativa em relação ao mundo carnal ou material. São os primeiros passos do principal ponto da teologia gnóstica.
Mas vamos por partes. Tudo começa com a parte mais antiga do Evangelho de Tomé apresentando um Jesus místico pregando uma doutrina de revolução social. Até então os cristãos ainda não estavam separados do Judaísmo e se viam como uma parte "esotérica" do Judaísmo, um complemento ao judaísmo farisaico comum. Mas a influência de culturas estrangeiras como a grega e a egípcia, bem como tradições da Índia e da Pérsia, foi fazendo esses grupos judaicos pararem de se identificar como judeus e a se tornarem rivais e inimigos do judaísmo. Nesse momento de embate com o judaísmo o cristianismo ganha asas e se torna cada vez mais múltiplo e diversificado. Os ramos mais populares enchem as igrejas com gente que não era judia e se abre a conversão de todos os povos do império. Quando os judeus passam a serem rivais do cristianismo, uma teologia negativa em relação ao criador do mundo surge dentro desses ramos condenando não só os judeus mas o próprio deus judeu. O que torna impossível serem essas pessoas judeus, afinal estariam condenando sua própria divindade. Sobra então somente os cristãos como os que poderiam chegar a essas conclusões negativas sobre o deus do velho testamento.
Outra evidência da origem cristã do gnosticismo é o próprio Maniqueísmo que surge no século 3. Mani bebe justamente das cartas falsas atribuídas a Paulo no Novo Testamento para fundamentar sua religião. O próprio Mani era um judeu-cristão do ramo Elcasaíta. Ele não era pagão, zoroastriano ou babilônio. Ele era judeu! Mas um judeu diferente: um judeu-cristão!
Esses cristãos são os que serão chamados de gnósticos a partir do século 2, mas eles já existiam no final do século 1 e estavam produzindo literatura e comunidades ao mesmo tempo em que o Novo Testamento era escrito. Por exemplo, enquanto o evangelho de João proclama um reino de Deus que não é deste mundo, o Evangelho de Tomé proclama um Reino de Deus existente em todo o mundo e que já está presente em tudo, basta olhar com atenção.
O misticismo judaico desses cristãos vai assimilando elementos de platonismo, culto de mistérios, esoterismo egípcio, budismo e outras tradições. Ao fazer isso, esses cristãos se afastaram do Farisaísmo e das doutrinas clássicas do Zoroastrismo e passaram a negar a ressurreição do corpo e a adotar muito mais concepções budistas e indianas do pós morte. As tradições cristãs de Tomé e da Índia atestam essa escolha desses cristãos em se afastar do Zoroastrismo e se aproximar do Budismo. A ideia da Jesus como encarnação da Sabedoria Divina e que ensina uma doutrina de revolução social do mundo através da luta contra os poderes mundanos e as autoridades políticas pode ter surgido nesse momento de encontro de tradições divergentes, onde a pluralidade de ideias religiosas causa a crítica de todas elas. Não sabemos como ou quem começou isso mas sabemos que a tradição paulina-lucana condenou magos como Simão como corrompedores de suas comunidades e o gnosticismo clássico está profundamente enraizado em supostas doutrinas e obras de Simão que mostram uma origem judaica e um encontro e sincretismo do judaísmo popular com a magia greco-romana.
Resumindo: o cristianismo gnóstico foi o ramo do cristianismo primitivo que se deixou sincretizar mais fortemente com a magia e se afastou das crenças farisaicas, enquanto o cristianismo que viria a se chamar "ortodoxo" e "católico" 200 anos depois foi aquele que limitou esses sincretismos até certo ponto sem abandonar as bases fundamentais de suas crenças farisaicas e zoroastrianas clássicas. Os gnósticos ficaram mais com os zoroastrianos hereges das bordas do império persa cheio de hindus, budistas e politeísmos semitas babilônicos e árabes enraizados na cultura popular.
Embora as opiniões académicas sobre as origens do gnosticismo apresentem o que pode ser um conjunto desconcertante de teorias concorrentes, elas podem ser amplamente divididas em duas escolas de pensamento. A primeira sustenta que o gnosticismo se originou fora do cristianismo e mais tarde veio a envolver-se numa forma cristã. A segunda sustenta que o gnosticismo se originou no cristianismo e que os gnósticos sempre se consideraram cristãos. Ambas as escolas de pensamento tiveram numerosas grandes mentes que entraram na briga ao seu lado, e os argumentos de ambos os lados devem ser levados a sério. Contudo, o peso da evidência que possuímos agora recai sobre aqueles que vêem no gnosticismo um movimento completamente cristão.
No interesse de manter esta discussão num tamanho legível (já tem mais de 4.000 palavras), infelizmente não há espaço suficiente para fornecer algo parecido com um levantamento completo dos casos apresentados pelos estudiosos mais notáveis de ambos os lados. Em vez disso, apresentarei um argumento para explicar por que podemos agora estar razoavelmente certos de que as origens do gnosticismo podem ser encontradas no cristianismo – e especificamente no cristianismo do final do século I dC. Ao longo do caminho, espero indicar pelo menos algumas das linhas gerais dos pontos de vista do campo oposto, e fazê-lo de uma forma que os membros desse campo considerem justa.
Todos concordam que o gnosticismo deve ter se originado bem antes do ano 180 DC. Isso porque o bispo Irineu de Lyon , um feroz oponente dos gnósticos, descreve-os como florescentes em todo o Império Romano num livro escrito por volta dessa época. [1]
A historiadora francesa Simone Pétrement apresentou um argumento extremamente convincente de que a teologia gnóstica se baseia em interpretações engenhosas e sensíveis dos primeiros escritos cristãos atribuídos aos apóstolos Paulo e João,que mais tarde viriam a constituir parte do “Novo Testamento”. Nas palavras de Pétrement: “Qualquer que seja a estranheza de alguns escritos gnósticos, o pensamento paulino e o pensamento joanino sempre podem ser encontrados em suas raízes”.[2]
Veremos muitas evidências para essa afirmação ao longo deste artigo. Se estiver correto, então o gnosticismo não poderia ter se originado antes de 90-95 dC, já que foi quando foi escrita a última das obras relevantes atribuídas a Paulo e João. [3] O gnosticismo, portanto, teria sido inicialmente concebido em algum momento no final do primeiro ou início do segundo século.
Então, o que pode ser dito a favor e contra a tese de Pétrement?
A Evidência do Gnosticismo Não-Cristão
Vamos começar perguntando: que evidências existem de que existiam formas não-cristãs de gnosticismo no mundo antigo? Afinal, se as origens do gnosticismo estão fora do cristianismo, então certamente essas formas pré-cristãs de gnosticismo deixaram vestígios em algum lugar.
Embora existam algumas evidências que são ambíguas o suficiente para permitir que alguns estudiosos argumentem de boa fé a favor de um gnosticismo não-cristão, não há evidências claras e diretas de tal coisa. Não existe nenhum texto gnóstico que seja explicitamente não-cristão, e nenhum escritor antigo que escreveu sobre os gnósticos os descreve como auto-identificados como qualquer coisa, exceto cristãos.
Por exemplo, todos os heresiólogos – escritores cristãos não-gnósticos que denunciaram os gnósticos e outros grupos cristãos rivais – tratam o gnosticismo como um movimento dentro do cristianismo e não como uma ameaça externa. Se os heresiólogos tivessem suspeitado que o gnosticismo se originou fora do cristianismo, ou se tivessem conhecido algum gnóstico não-cristão, então certamente teriam apontado isso, porque isso teria contribuído muito para o avanço de sua causa de retratar o gnosticismo como algo estranho ao “verdadeiro” cristianismo. Pelo que sabemos, tal possibilidade nunca lhes ocorreu. [4]
No século III, os gnósticos chamaram a atenção e a condenação do filósofo platônico pagão Plotino e de seus alunos. Eles criticaram os gnósticos por terem se inspirado fortemente nas mesmas tradições pagãs que eles, mas tendo chegado a conclusões errôneas e blasfemas. Certamente estes gnósticos não poderiam ser cristãos, certo? Não tão rápido.Um famoso aluno de Plotino, Porfírio de Tiro, escreveu sobre esses gnósticos, e ele também se refere a eles como “cristãos”. [5]
Por que os cristãos de qualquer tipo usariam materiais pagãos para edificação e inspiração, talvez até estudando com filósofos pagãos como parte de sua educação? A tradição pagã específica da qual os gnósticos se inspiraram foi o platonismo, a escola filosófica de pensamento que cresceu em torno da filosofia de Platão. O Cristianismo não surgiu do nada; à medida que os primeiros cristãos procuravam desenvolver e definir a sua religião nascente, voltaram-se naturalmente para as fontes que lhes estavam prontamente disponíveis na cultura intelectual do mundo mediterrânico em que viviam. Eles se basearam especialmente no pensamento judaico e platônico. [6] Há casos registrados de cristãos não-judeus estudando com professores judeus, [7] então por que estudar com professores platônicos também estaria fora dos limites?
É revelador que Porfírio esteja chocado com os gnósticos por “alegarem que Platão realmente não havia penetrado nas profundezas da substância inteligível”. [8] Os gnósticos evidentemente viam Platão e o platonismo como possuidores de alguma verdade que lhes era útil incorporar no seu próprio pensamento, mas o seu próprio pensamento pertencia, em última análise, a outra tradição que não tinha medo de criticar até mesmo o próprio Platão.
As dívidas intelectuais do Cristianismo para com o Platonismo e o Judaísmo são relevantes para os nossos propósitos aqui também por outra razão. Estudiosos que argumentam que o gnosticismo existiu à parte do cristianismo em algum momento, como John D. Turner [9][10][11] e Birger A. Pearson, [12][13] muitas vezes apontam para o fato de que alguns textos gnósticos mostram considerável influência judaica e/ou platônica como evidência de que formas especificamente judaicas e/ou platônicas de gnosticismo existiram. Mas como os cristãos de todos os tipos tomaram emprestado pesadamente e diretamente do judaísmo e do platonismo, a evidência de tal influência em qualquer texto específico não é, por si só, evidência suficiente para demonstrar que o texto foi composto e usado por judeus ou platônicos, e não por cristãos.
Pearson e Turner provavelmente concordariam com essa afirmação pelo que ela realmente é. Mas eles acrescentariam que se um texto mostra muita influência judaica e/ou platônica, mas não contém elementos cristãos, ou apenas elementos superficiais que parecem ter sido adicionados pelos editores após a composição e uso inicial do texto, então é mais plausível que o texto foi originalmente composto e usado por judeus ou platônicos do que por cristãos. Essa é certamente uma lógica sólida. O problema, porém, é que nenhum texto gnóstico sobrevivente se enquadra nesse perfil.
Tomemos, por exemplo, uma obra que tanto Turner [14] quanto Pearson [15] caracterizam como originalmente “gnóstica judaica” e posteriormente “cristianizada”: o Livro Secreto de João .
Os elementos do Livro Secreto de João que impressionam o leitor moderno como sendo imediatamente e inequivocamente cristãos, como as menções a Jesus e aos seus apóstolos, estão em grande parte confinados a algumas secções específicas do texto. Pearson [16] e Turner [17] argumentam que essas seções do texto foram adicionadas por cristãos que usaram o texto após sua criação original por judeus. E, de facto, se essas secções fossem removidas, o trabalho restante poderia ser considerado um monólogo revelador e flutuante. [18] Como Pearson aponta, ele seria então muito parecido com outro texto gnóstico, Eugnostos, o Abençoado , que mais tarde foi transformado em uma peça mais obviamente cristã chamada Sabedoria de Jesus Cristo . [19]
Julgar se um texto é ou não cristão com base nisso me lembra uma piada comum sobre a música pop cristã que ouvi repetidamente enquanto crescia em Nashville, Tennessee, a Meca desse tipo de música. Foi dito que o cristianismo de uma música poderia ser medido em unidades chamadas “JPMs” – menções a “Jesus” por minuto. Quanto mais JPMs uma música tinha, mais cristã ela era.
É claro que uma canção pode ser totalmente cristã sem sequer invocar explicitamente o nome de Jesus – e o mesmo pode acontecer com um texto antigo. Deixando de lado a questão de saber se os segmentos mais transparentemente cristãos do Livro Secreto de João são ou não acréscimos posteriores ao texto, não há nenhuma razão particular para acreditar que mesmo a versão simplificada do texto postulada por Turner e Pearson teria sido escrito por qualquer pessoa que não seja cristão, e há boas razões para acreditar que foi, de fato, escrito por cristãos.
Como Karen L. King escreve em seu estudo magistral sobre o texto, “Só porque o [ Livro Secreto de João ] em muitos aspectos apresenta um tipo de cristianismo que foi amplamente rejeitado, não podemos presumir que não foi considerado cristão. em seu próprio dia. [20] Ela observa que todos os contextos a partir dos quais o Livro Secreto de João é conhecido são contextos cristãos: a forma como ele chegou até nós, a caracterização dele pelo heresiólogo Irineu e sua descoberta em uma biblioteca de principalmente Textos cristãos que foram enterrados no deserto egípcio, provavelmente pelos monges de um mosteiro cristão próximo. Além disso, ela salienta que a totalidade do texto – e não apenas algumas partes – retrata o Cristianismo como infalível, mas retrata todas as outras tradições religiosas das quais ele se baseia, incluindo o Judaísmo e o Platonismo, como falíveis e, na verdade, profundamente erradas. pontos cruciais. [21] Ela conclui: “[T]aqui não há evidências de que judeus tenham composto ou usado esta obra. Todas as evidências apontam para contextos cristãos”. [22]
O mesmo argumento pode ser feito em relação a outros textos que alguns estudiosos apontaram como sendo produtos do “gnosticismo judaico” ou do “gnosticismo platônico”, como a Revelação de Adão , a Realidade dos Governantes , o Evangelho de os egípcios , Allogenes , Zostrianos , Marsanes , e até mesmo Eugnostos, o Abençoado .
É claro que nada do que foi dito aqui até agora demonstra conclusivamente que o gnosticismo sempre foi um fenômeno cristão. Isso apenas demonstra que não há nenhuma evidência clara de que o gnosticismo tenha sido outra coisa que não um fenômeno cristão.
Agora vamos ver se podemos ir mais longe e defender ativamente que o gnosticismo se originou dentro do cristianismo – que a única maneira plausível de explicar muitos aspectos centrais do gnosticismo é vê-los como desenvolvimentos dentro do cristianismo, e não como qualquer outra religião antiga ou movimento. Se pudermos fazer isso, então é virtualmente certo que todos os textos gnósticos aparentemente cristãos – ou seja, todos os textos gnósticos existentes – eram na verdade textos cristãos desde o início.
Como o gnosticismo se originou no cristianismo, então?
O Jesus histórico foi um profeta judeu apocalíptico.Tal como outros apocalipticistas judeus da sua época, os seus ensinamentos centravam-se em previsões de um cataclismo que mudaria o mundo, durante o qual a ordem social seria julgada por Deus e ficaria de cabeça para baixo: “Os últimos serão os primeiros e os primeiros serão os últimos”. [23]Ele até deu um cronograma específico para o estabelecimento deste novo “Reino de Deus” físico em uma terra purificada: isso aconteceria durante a vida das pessoas a quem ele estava falando pessoalmente durante o início do primeiro século. Considere suas palavras preservadas no evangelho mais antigo que sobreviveu, Marcos (8.38-9.1):
Quem se envergonhar de mim e das minhas palavras nesta geração adúltera e pecadora, desse se envergonhará o Filho do Homem, quando vier na glória de seu Pai com os santos anjos. (…) Em verdade vos digo que alguns dos que aqui estão não provarão a morte até que vejam que o Reino de Deus chegou com poder. [24]
Esta foi uma previsão testável sobre o futuro a curto prazo. Décadas se passaram e, em pouco tempo, todas as gerações a quem Jesus falava haviam morrido. No entanto, o reino cuja chegada Jesus profetizou ainda não se manifestou. Será que Jesus estava errado o tempo todo?
Seus seguidores do final do primeiro século responderam a essa pergunta com um sonoro “Não”. Eles criaram novas interpretações da mensagem de Jesus que se distanciaram cada vez mais daquilo que o nazareno histórico realmente disse e quis dizer, mas que lhes permitiu dar sentido às dificuldades históricas, existenciais e espirituais das suas próprias vidas. Estas mudanças na mensagem cristã ao longo do primeiro século são rastreáveis nos escritos que eventualmente vieram a ser incluídos no Novo Testamento. [25][26]
Este processo atingiu o seu ápice no Evangelho de João, o último dos evangelhos do Novo Testamento a ser escrito. Nos escritos do autor a quem hoje chamamos de “João” por uma questão de conveniência (não há nenhuma maneira plausível de que o apóstolo de Jesus, João, ainda estivesse vivo e escrevendo em 90-95 d.C.), o Reino de Deus foi transformado num mundo atemporal, reino espiritual, sobrenatural. Cada pessoa que ouve os ensinamentos de Jesus e acredita neles torna-se membro desse reino no momento em que acredita. [27]
Tomemos, por exemplo, João 3:36: “Aquele que crê no Filho tem a vida eterna”. Ou 5:24: “Quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna; ele não entra em julgamento, mas passou da morte para a vida”. Ou 12:31: “ Agora é o julgamento do mundo”. Ou 3:18: “Quem crê em [Cristo] não é condenado; quem não crê já está condenado.” [28]
Apocalipticistas judeus como Jesus ensinaram que o mundo era basicamente bom, mas a época em que viviam era má. O mundo tinha sido mais ou menos bom no passado e seria completamente bom no futuro. [29]O evangelho de João, no entanto, tem uma visão mais sombria: o mundo desesperadamente caído é inerentemente mau.Em João 17:25, Jesus ora: “Justo Pai, o mundo não te conhece”. [30] João 1:10 diz o mesmo de Jesus: “o mundo não o conheceu”. [31] Em João 15:18, Jesus diz aos seus discípulos: “Se o mundo vos odeia, saibam que ele me odiou antes de odiar vocês”. [32] E em João 16:33, ele proclama: “Eu vos disse isto, para que em mim tenhais paz. No mundo você enfrenta perseguição. Mas tenha coragem; Eu conquistei o mundo!” [33]
O livro de 1 João, escrito pelo mesmo autor, [34] assume uma postura igualmente enfática (em 2:15-16): “Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. O amor do Pai não está naqueles que amam o mundo; pois tudo o que há no mundo – o desejo da carne, o desejo dos olhos, o orgulho das riquezas – não vem do Pai, mas do mundo.” [35]
Esta visão andou de mãos dadas com a “internalização” do Reino de Deus. Se alguém precisasse apenas de ser salvo de uma época específica deste mundo, como os apocalipticistas judeus tinham ensinado, então uma mudança nos seus assuntos terrenos – fazer “o último primeiro e o primeiro último” – seria suficiente para trazer a salvação.Mas se a salvação fosse uma questão de admissão num reino de outro mundo, em vez de um reino terreno vindouro, então este mundo como tal tinha que ser aquilo do qual alguém precisava ser salvo.
Assim, os escritos de João já contêm, numa forma nascente, a ideia central do gnosticismo: uma forma de dualismo conhecida como “ anticosmicismo ”. Como a palavra “anticosmicismo” implica, os gnósticos eram contra (“anti”) o mundo (“cosmos”) como tal, não apenas um aspecto particular ou período de tempo do mundo. Eles atribuíram o sofrimento à natureza intrínseca do mundo, e não a quaisquer circunstâncias históricas específicas. E eles pensavam na salvação (que chamavam de “ gnose ”) como uma transcendência do próprio mundo, e não apenas uma mudança de um tipo de existência mundana para outro. [36]
John já havia antecipado essas opiniões; os apocalipticistas judeus, a quem alguns estudiosos gostariam de creditar por terem fundado diretamente o gnosticismo, não haviam previsto essas opiniões. [37]
O cristianismo do final do primeiro século é também a única origem plausível de outra doutrina central dos gnósticos: a ideia de que o deus das escrituras hebraicas, que criou este mundo terrível e continuou a governá-lo, era um deus malévolo e ignorante. sendo que era inferior ao verdadeiro Deus que enviou Jesus . O deus criador – o “ demiurgo ” – tinha uma série de asseclas chamados “ arcontes ” (de uma palavra grega para “governante” [38] ) que o ajudaram a administrar seu governo horrível.
João está convencido de que o mundo é governado por tal ser, embora, é claro, ele não identifique o tirano cósmico com o deus hebreu. Então ele diz em 1 João 5:19: “Sabemos que somos filhos de Deus e que o mundo inteiro está sob o poder do Maligno”. [39] Em três lugares (João 12:31, 14:30 e 16:11), João chama especificamente este ser de “o arconte deste mundo”. [40] Paulo também usa repetidamente o termo “arconte”, e outros termos semelhantes, para se referir a seres nefastos que governam o mundo a partir da parte do céu abaixo do céu mais elevado. [41]
É verdade que uma forma mais limitada desta mesma ideia pode ser encontrada no apocalipticismo judaico – “mais limitada” porque os apocalipticistas judeus pensavam no reinado do “maligno” e das suas forças sobre este mundo como um desenvolvimento recente, não como uma característica permanente. do mundo. [42]
Mas como poderia a identificação dos gnósticos deste “maligno” com o deus hebreu possivelmente ter surgido diretamente do judaísmo? Devido à perseguição dos judeus pelas autoridades romanas, não é impossível que, hipoteticamente falando, algo semelhante ao anticosmismo possa ter surgido dentro do judaísmo.Na verdade, o apocalipticismo foi um movimento que apresentava alguns traços semianticósmicos relativos às sensibilidades religiosas pró-cósmicas predominantes da época. No entanto, os apocalipticistas afirmaram corajosamente a identidade judaica face à supressão romana. A ideia de que eles se teriam virado contra o pilar central do Judaísmo no processo é absurda. O deus dos judeus era a última coisa que eles considerariam má, e não a primeira. Se o anticosmismo completo tivesse surgido dentro do Judaísmo, certamente teria dado ao deus das escrituras hebraicas um papel antitético àquele que lhe foi dado pelos gnósticos. [43]
Por outro lado, pode-se apresentar um argumento direto e totalmente plausível de que a difamação do deus criador do Gênesis pelos gnósticos se originou no Cristianismo.
Uma das principais posições que separavam o Cristianismo primitivo do Judaísmo era que o Cristianismo representava uma nova revelação, um “novo testamento”, que substituiu e substituiu o “antigo testamento” do Judaísmo. [44] O salvador cristão trouxe uma salvação que não estava dentro da Lei Judaica, o que significava que a Lei era insuficiente, e que Cristo veio para corrigir essa insuficiência. [45] Considere as palavras que Paulo dirige a Pedro em Gálatas 2:11-21:
Nós mesmos somos judeus de nascimento e não pecadores gentios; contudo, sabemos que uma pessoa é justificada não pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo. …Fui crucificado com Cristo; e já não sou eu quem vive, mas é Cristo quem vive em mim. E a vida que agora vivo na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e se entregou por mim. Não anulo a graça de Deus; pois se a justificação vem através da lei, então Cristo morreu em vão. [46]
Os gnósticos ampliaram esta crítica cristã existente à Lei para incluir o deus que deu a Lei a Moisés. Eles também raciocinaram que se, como João havia dito, o mundo era intrinsecamente mau, então o próprio criador do mundo deveria ser mau. Cristo deve ter vindo de um reino diferente, mais elevado e melhor do que aquele ocupado pelo criador e Legislador. Socialmente, este pode ter sido um passo radical. Mas decorreu logicamente das opiniões cristãs predominantes da época – opiniões que não são encontradas em parte alguma de qualquer forma de judaísmo do primeiro século que apareça no registo histórico. [47]
O tratamento dado pelos gnósticos ao deus do Judaísmo é indicativo de sua atitude mais geral em relação ao Judaísmo e das maneiras pelas quais eles usaram materiais judaicos em suas próprias obras. Eles dependiam de uma formação do Judaísmo e das escrituras judaicas, mas apresentavam essa formação como algo incompleto, na melhor das hipóteses, que precisava ser corrigido. Nas palavras de Pétrement, o gnosticismo
…está preocupado com o lugar que o Judaísmo deveria ter em outra religião, e esta outra religião não pode ser outra coisa senão o Cristianismo. O gnosticismo surgiu do judaísmo, mas não diretamente; só poderia ter surgido de uma grande revolução, e na época em que o gnosticismo deve ter surgido, uma revolução tão grande no judaísmo não poderia ter sido outra coisa senão a revolução cristã. … [O] desejo de limitar o valor do Antigo Testamento dentro de uma religião que, no entanto, o preserva explica, e é a única coisa que pode explicar, a estrutura do mito gnóstico. [48]
A Diversidade do Cristianismo Primitivo
Neste ponto, você, caro leitor, pode estar pensando algo como: “Mas o gnosticismo é tão diferente de qualquer forma de cristianismo que eu já encontrei que intuitivamente me parece altamente improvável que o gnosticismo pudesse ter se originado dentro do cristianismo”. .” Tal intuição é inteiramente compreensível.
O que falta, contudo, é o reconhecimento de que o cristianismo do final do primeiro e início do segundo século ainda era um movimento jovem e instável. Embora houvesse um acordo generalizado – mas de forma alguma universal – sobre alguns dos contornos amplos e obscuros da religião naquela época, havia muita coisa que os cristãos daquele período ainda não haviam decidido e ainda estavam tentando descobrir.
Como King diz apropriadamente: “No início do Cristianismo, nada daquilo que mais tarde o definiria existia: nenhum cânone fixo [das escrituras], credo ou ritual, nenhuma instituição estabelecida ou hierarquia de bispos e leigos, nenhum edifício de igreja ou templo sagrado. arte. A história das origens cristãs é a história da formação destas ideias e instituições. É uma história repleta de conflitos e controvérsias.” [49]
Naquela época, não havia nenhuma igreja central com poder de determinar o que era “ortodoxo” e o que era “herético”. Esses conceitos, se é que significavam alguma coisa naquele momento, eram puramente questões de opinião pessoal. A ortodoxia de uma pessoa ou grupo era a heresia de outra e vice-versa. [50]
Assim, havia muito espaço para os cristãos explorarem várias possibilidades sobre o que significava ser um “cristão”. Através desse processo, surgiram diversas variedades distintas de Cristianismo, todas as quais parecem ter sido tentativas de boa-fé para descobrir, formular e implementar uma visão abrangente do que exatamente era o Cristianismo. [51] Uma dessas variedades foi a que hoje chamamos de “Gnosticismo” ou “Cristianismo Gnóstico”.
Quando uma igreja “ortodoxa” e “católica” surgiu nos séculos posteriores, o gnosticismo foi declarado “herético”. Mas os gnósticos não pensavam dessa forma na sua versão do cristianismo. Para eles, o “gnosticismo” era o cristianismo puro e simples, e as outras variedades eram desvios do verdadeiro modelo que lhes havia sido revelado.
Conclusão
Assim, apesar de quão bizarro o gnosticismo possa parecer em comparação com o que hoje chamamos de “Cristianismo”, essa aparente estranheza desaparece quando é considerado no contexto do Cristianismo do final do primeiro e início do segundo século, do qual parece ter emergido.
Referências:
[1] Layton, Bentley. 1995. As Escrituras Gnósticas . Imprensa da Universidade de Yale. pág. 8.
[2] Pétrement, Simone. 1990. Um Deus Separado: As Origens e Ensinamentos do Gnosticismo . Traduzido por Carol Harrison. Harper São Francisco. pág. 14.
[3] Ehrman, Bart. 2004. O Novo Testamento: Uma Introdução Histórica aos Primeiros Escritos Cristãos, Terceira Edição . Imprensa da Universidade de Oxford. pág. xxxii.
[4] Pétrement, Simone. 1990. Um Deus Separado: As Origens e Ensinamentos do Gnosticismo . Traduzido por Carol Harrison. Harper São Francisco. pág. 15-16.
[5] Burns, Dylan M. 2014. Apocalipse do Deus Alienígena: Platonismo e o Exílio do Gnosticismo Sethiano . Imprensa da Universidade da Pensilvânia. pág. 2.
[6] MacCulloch, Diarmaid. 2009. Cristianismo: Os Primeiros Três Mil Anos . Pinguim. pág. 30-34.
[7] King, Karen L. 2006. A revelação secreta de John . Imprensa da Universidade de Harvard. pág. 15.
[5] Burns, Dylan M. 2014. Apocalipse do Deus Alienígena: Platonismo e o Exílio do Gnosticismo Sethiano . Imprensa da Universidade da Pensilvânia. pág. 2-3.
[9] Turner, John D. 2001. Gnosticismo Sethiano e a Tradição Platônica . Les Presses da Universidade Laval.
[10] Turner, John D. 2008. “A Escola Sethiana de Pensamento Gnóstico.” Nas Escrituras de Nag Hammadi . Editado por Marvin Meyer. HarperOne. pág. 784-789.
[11] Turner, John D. 1986. “Gnosticismo Sethiano: Uma História Literária.” Em Nag Hammadi, Gnosticismo e Cristianismo Primitivo . Editado por Charles W. Hedrick e Robert Hodgson. Editores Hendrickson. pág. 55-86.
[12] Pearson, Birger A. 2007. Gnosticismo Antigo: Tradições e Literatura. Imprensa Fortaleza.
[13] Pearson, Birger A. 1986. “O Problema da Literatura 'Gnóstica Judaica'.” Em Nag Hammadi, Gnosticismo e Cristianismo Primitivo . Editado por Charles W. Hedrick e Robert Hodgson. Editores Hendrickson. P. 15-35.
[14] Turner, John D. 1986. “Gnosticismo Sethiano: Uma História Literária.” Em Nag Hammadi, Gnosticismo e Cristianismo Primitivo . Editado por Charles W. Hedrick e Robert Hodgson. Editores Hendrickson. pág. 58.
[15] Pearson, Birger A. 1986. “O Problema da Literatura 'Gnóstica Judaica'.” Em Nag Hammadi, Gnosticismo e Cristianismo Primitivo . Editado por Charles W. Hedrick e Robert Hodgson. Editores Hendrickson. P. 19-25.
[16] Ibidem.
[17] Turner, John D. 1986. “Gnosticismo Sethiano: Uma História Literária.” Em Nag Hammadi, Gnosticismo e Cristianismo Primitivo . Editado por Charles W. Hedrick e Robert Hodgson. Editores Hendrickson. pág. 55-86.
[18] King, Karen L. 2006. A revelação secreta de John . Imprensa da Universidade de Harvard. pág. 10.
[19] Pearson, Birger A. 2007. Gnosticismo Antigo: Tradições e Literatura. Imprensa Fortaleza. pág. 11.
[20] King, Karen L. 2006. A revelação secreta de John . Imprensa da Universidade de Harvard. pág. 16.
[21] Ibidem.
[22] Ibidem. pág. 24.
[23] Mateus 20:16, NRSV. https://www.biblegateway.com/passage/?search=matthew+20%3A16&version=NRSV Acessado em 15/03/2019.
[24] Ehrman, Bart. 1999. Jesus: Profeta Apocalíptico do Novo Milênio . Imprensa da Universidade de Oxford. pág. 129.
[25] Ehrman, Bart, 2014. Como Jesus se tornou Deus: A exaltação de um pregador judeu da Galiléia . HarperOne.
[26] Ehrman, Bart. 1999. Jesus: Profeta Apocalíptico do Novo Milênio . Imprensa da Universidade de Oxford.
[27] Ibidem. pág. 131.
[28] Pétrement, Simone. 1990. Um Deus Separado: As Origens e Ensinamentos do Gnosticismo . Traduzido por Carol Harrison. Harper São Francisco. pág. 162-163.
[29] Ehrman, Bart. 1999. Jesus: Profeta Apocalíptico do Novo Milênio . Imprensa da Universidade de Oxford.
[30] João 17:25, NRSV. https://www.biblegateway.com/passage/?search=john+17%3A25&version=NRSV Acessado em 15/03/2019.
[31] João 1:10, NRSV. https://www.biblegateway.com/passage/?search=john+1%3A10&version=NRSV Acessado em 15/03/2019.
[32] João 15:18, NRSV. https://www.biblegateway.com/passage/?search=john+15%3A18&version=NRSV Acessado em 15/03/2019.
[33] João 16:33. https://www.biblegateway.com/passage/?search=john+16%3A33&version=NRSV Acessado em 15/03/2019.
[34] Ehrman, Bart. 2004. O Novo Testamento: Uma Introdução Histórica aos Primeiros Escritos Cristãos, Terceira Edição . Imprensa da Universidade de Oxford. pág. 181.
[35] 1 João 2:15-16, NRSV. https://www.biblegateway.com/passage/?search=1+john+2%3A15-16&version=NRSV Acessado em 15-3-2018.
[36] Pétrement, Simone. 1990. Um Deus Separado: As Origens e Ensinamentos do Gnosticismo . Traduzido por Carol Harrison. Harper São Francisco. pág. 171-172.
[37] Ehrman, Bart. 2003. Cristianismos Perdidos: As Batalhas pelas Escrituras e as Fés que Nunca Conhecemos . Imprensa da Universidade de Oxford. pág. 116-120.
[38] Lewis, Nicola Denzey. 2013. Introdução ao “Gnosticismo:” Vozes Antigas, Mundos Cristãos . Imprensa da Universidade de Oxford. pág. 135.
[39] 1 João 5:19, NRSV. https://www.biblegateway.com/passage/?search=1+john+5%3A19&version=NRSV Acessado em 18/03/2018.
[40] Pétrement, Simone. 1990. Um Deus Separado: As Origens e Ensinamentos do Gnosticismo . Traduzido por Carol Harrison. Harper São Francisco. pág. 53.
[41] Ibidem. pág. 52-53.
[42] Ehrman, Bart. 1999. Jesus: Profeta Apocalíptico do Novo Milênio . Imprensa da Universidade de Oxford. pág. 120-121.
[43] Pétrement, Simone. 1990. Um Deus Separado: As Origens e Ensinamentos do Gnosticismo . Traduzido por Carol Harrison. Harper São Francisco. pág. 10-11.
[44] Ibidem. pág. 21.
[45] Ibidem. pág. 31.
[46] Gálatas 2:11-21, NRSV. https://www.biblegateway.com/passage/?search=galatians+2%3A11-21&version=NRSV Acessado em 18/03/2019.
[47] Pétrement, Simone. 1990. Um Deus Separado: As Origens e Ensinamentos do Gnosticismo . Traduzido por Carol Harrison. Harper São Francisco. pág. 31.
[48] Ibidem. pág. 12, 46.
[49] King, Karen L. 2006. A revelação secreta de John . Imprensa da Universidade de Harvard. pág. 1.
[50] Lewis, Nicola Denzey. 2013. Introdução ao “Gnosticismo:” Vozes Antigas, Mundos Cristãos . Imprensa da Universidade de Oxford. pág. 42.
[51] Pétrement, Simone. 1990. Um Deus Separado: As Origens e Ensinamentos do Gnosticismo . Traduzido por Carol Harrison. Harper São Francisco. pág. 24.